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Trilho de São Cristovão do Douro
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"Não é descer de Sabrosa para o Pinhão, estacar em São Cristóvão, e abrir a boca de espanto. Não é ir a São Leonardo de Galafura ou ao Miradoiro de São Brás, olhar o caleidoscópio, e ficar maravilhado. É compreender toda a significação da tragédia, desde a tentação do cenário, à condenação de Prometeu, ao clamor do coro."

Miguel Torga (in "Portugal, Doiro")

Geologia e Clima
Sob o ponto de vista geológico, o Vale do Douro e os seus afluentes, pertence à formação geológica do Complexo Xisto – Grauváquico ante – ordovício, com algumas inclusões de uma formação geológica de natureza granítica, envolvente.
No que se refere à bacia hidrográfica do rio pinhão afloram rochas metassedimentares do Complexo Xisto-Grauváquico (CXG), que se localizam no sector sul da bacia, enquanto que a norte afloram granitos tardi a pós tectónicos intrídos durante a orogenia hercínica.
O solo é muito ácido devido ao alto nível de cálcio e magnésio, apresentando ainda excesso de alumínio.
O tipo de clima é mediterrâneo caracterizando-se por ter invernos muito frios e verões muito quentes e secos. Verifica-se que no fundo dos vales permanece aprisionado um elevado nível de humidade atmosférica sob uma forte radiação solar incidente.
Um outro factor que nunca poderá ser omitido quando caracterizamos climaticamente esta região, é a exposição e a orientação dos seus terrenos, que demarcará sem dúvida alguma, o comportamento das suas vinhas.
Devido às características edafo-climáticas da sub-região Cima Corgo, os bagos de uva atingem uma maior concentração de açúcar sendo considerada uma área perfeita para a produção de vinhos do... [Continua...]

[Continuação...]
...Porto Vintages.

Caracterização da Flora e da Fauna
A cultura da vinha predomina na região, no entanto esta cultura é intercalada por algumas oliveiras e pequenas manchas arbustivas.
A mediterraneidade é bem evidente na flora autóctone da região, refugiada no fundo dos vales apertados e declivosos e em muitos dos designados “mortórios” (antigas vinhas abandonadas há cerca de um século após a crise da filoxera e onde a sucessão secundária reconstruiu o estrato arbustivo mediterrâneo), eventualmente podem ser encontradas pequenas árvores como a azinheira (Quercus ilex spp rotundifolia), o zimbro (Juniperus communis), as oliveiras (olea europaea) e ainda alguns pinheiros como a espécie Pinus pinaster.
Esta vegetação é predominante, de folha persistente ou perene e apresenta folhas espessas e pequenas, o que ajuda a reduzir as perdas de água por evapotranspiração. Algumas plantas podem também ter espinhos, o que as protege dos animais, pois evita que sejam comidas.
Devido à intervenção humana no cultivo da vinha, a flora arbustiva é predominante. Aqui, podemos encontrar especialmente arbustos esclerófitos, aparecendo ainda, eravas aromáticas e gramíneas. Assim, temos como espécies predominantes a carqueja (Pterospartum tridentatum), o medronheiro (Arbustos unedo), as estevas (Cistus ladanifer) e o rosmaninho (Rosmatinusd officinalis).
As vinhas são intercaladas com oliveiras que possuem uma rica e diversificadas comunidade de aves. A cotovia-montesina (galerida theklae) bem como a cotovia pequena (Lullula arborea), nidificam no solo, sob a protecção de pequenos arbustos que crescem à sombra da oliveira. Podemos ainda encintrar o estorninho-preto (Sturnus unicolor), o champim-real (Parus major), o chapim-azul (Parus caeruleus), o mocho-galego (Athene noctua), a poupa (Upupa epops), o pardal-montês (Passer montanus) e a rola-comum (Steptopelia turtur). A partir do Outono, vinhas e olivais fornecem uma quantidade substncial de frutos a tordos (Turdus philomelos), estorninhos (Sturnus vulgaris), perdizes (Alectoris rufa), raposas (Vulpes vulpes), entre outros animais selvagens.
No que se refere à ictiofauna de água doce, o Rio Pinhão é um afluente do Rio Douro que têm achigã (Micropterus salmoides) e a carpa (Cyprinus carpio) (espécies estranhas aos nossos rios que acabam por alterar o equilíbrio ecológico dos ecossistemas), o barbo (Barbus bacagei), a boga portuguesa (Chondrostoma lusitanicum), entre outras.

Território
A região do Douro é um exemplo de hegemonia, quase única, alcançada entre o Homem e a Natureza criando um ecossistema único modelado por socalcos. É uma das mais antigas e importantes regiões demarcadas do mundo (a cultura da vinha na região remonta ao período de ocupação romana).
O esforço do homem na conversão dos solos inóspitos em vinhas resultou na aplicação de três formas distintas de plantação: em socalcos, em patamares e ao alto. Os socalcos assemelham-se a varandas separadas por muros de xisto grauváquico, e são a forma mais antiga de plantação. Os patamares são constituídos por terração feitos mecanicamente sem muros de suporte às terras, enquanto a plantação ao alto tem em conta a drenagem dos terrenos e o espaço necessário para a mecanização e movimentação das máquinas na vinha, assim como a maior densidade de plantação. As vinhas dispõem-se do cimo dos vales profundos até à margem do rio e criam uma paisagem magnifica com algumas zonas reconhecidas pela UNESCO como Património da Humanidade em 2001.
Este trilho situa-se no nordeste de Portugal, na região do Douro, sub-região Cima Corgo, e encontra-se rodeada de montanhas que lhe dão características mesológicas e climáticas particulares.
Nesta zona do Cima Corgo a paisagem é caracterizada por encostas agressivas, pelo profundo vale do Rio Pinhão e por condições de solo e climas agrestes. Nesta zona a área de vinha não é tão extensa como se verifica nas sub-regiões do Baixo Corgo e Douro Superior, mas, em geral são de alta qualidade sendo, segundo os especialistas o berço de grandes vinhos do Porto e Douro.


Contactos Úteis:
Número Emergência Nacional: 112
Bombeiros Voluntários: 259 939 412
GNR: 259 939 412
Câmara Municipal: 259 937 120

Recomendações e cuidados aos caminhantes
- Não saia do trilho limitado pelo Mapa
- Use roupa e calçado confortável e adequado à época do ano
- Não deite lixo para o chão, levando-o até ao caixote mais próximo
- Não faça lume
- Respeite a fauna e a flora, não recolha plantas, nem apanhe animais
- Desfrute da natureza, evitando fazer barulho
- Seja simpático com os habitantes locais
- Recomenda-se o uso de binóculos para a observação da avifauna
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Ficheiro Anexo 1
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