Sabrosa é sede de um Município com 180 Km2 de área e 6 879 habitantes (2005), subdividido em 15 freguesias: Celeirós do Douro, Covas do Douro, Gouvinhas, Gouvães do Douro, Paços, Paradela de Guiães, Provesende, Sabrosa, S. Cristóvão do Douro, S. Martinho de Antas, Souto Maior, Vilarinho de S. Romão, Parada do Pinhão, S. Lourenço de Ribapinhão e Torre do Pinhão.
O Município é limitado a norte por Vila Pouca de Aguiar, a leste por Alijó, a sueste por São João da Pesqueira, a sul por Tabuaço e Armamar e a oeste pelo Peso da Régua e por Vila Real, tendo sido criado em 1836, por desmembramento de Vila Real.
De todas as freguesias, apenas Parada do Pinhão, S. Lourenço de Ribapinhão e Torre do Pinhão não estão inseridas na Região Demarcada do Douro. A 14 de Dezembro de 2001, a UNESCO integrou o Alto Douro Vinhateiro na lista de locais considerados património mundial na categoria de “Sítios Mistos”, englobando áreas do nosso município.
Sabrosa é também um concelho com fortes ligações à Europa e principalmente a França e Espanha, com as quais mantém as geminações com as vilas de Cadaujac, terra de vinhedos, e Guétaria, local de nascimento de Sebastian de Elcano, companheiro de Fernão de Magalhães que terminou a viagem de circum-navegação.
Precisamente por ser berço de Fernão de Magalhães, Sabrosa tem também desenvolvido relações priveligiadas com as Filipinas, Chile, Argentina, Brasil, o que tem permitido projectar mundialmente este Concelho, o Douro e Portugal.
No concelho subsistem ainda alguns artesãos dedicados que trabalham nas áreas das rendas, tanoaria, cestaria, marcenaria, tamancaria e queijaria. Como concelho transmontano que é, também em Sabrosa, se pode apreciar a boa gastronomia de onde se salientam o Cabrito assado com arroz de forno, o cozido à portuguesa, a bola de carne, os enchidos tradicionais, o pão-de-ló, as cavacas altas e as cavaquinhas e naturalmente os excelentes vinhos do Douro e vinhos do Porto. |